As cores das lixeiras ajudam a identificar o tipo de resíduo que deve ser descartado em cada recipiente. No padrão adotado no Brasil, o azul é destinado ao papel e papelão; o vermelho aos plásticos; o verde ao vidro; e o amarelo aos metais. Existem outras cores para categorias específicas, como marrom para resíduos orgânicos, laranja para resíduos perigosos, branco para resíduos de serviços de saúde e cinza para materiais que não podem ser reciclados.
Apesar desse padrão nacional, nem todas as cidades utilizam todas as cores na prática. Em muitos municípios, a coleta seletiva funciona com apenas duas categorias principais: recicláveis e rejeitos. Por isso, é importante conhecer as orientações adotadas localmente.
As cores facilitam a separação dos materiais, mas a reciclagem depende também de fatores como limpeza das embalagens, infraestrutura de coleta, cooperativas de triagem e mercado para os materiais reciclados.
Correspondência de Cores (Resolução CONAMA 275/2001)
As cores mencionadas no seu resumo seguem à risca o padrão nacional:
Azul: Papel e papelão.
Vermelho: Plásticos.
Verde: Vidro.
Amarelo: Metais.
Marrom: Resíduos orgânicos.
Laranja: Resíduos perigosos (como pilhas, baterias e embalagens de agroquímicos).
Branco: Resíduos de serviços de saúde (hospitais, clínicas, farmácias).
Cinza: Resíduo geral não reciclável, misturado ou contaminado (impossível de separar).