Audrey Tautou: Superfacial

Esta parte de mim cresceu durante todos esses anos e foi mais importante para o meu equilíbrio do que eu pensava. Agora é esse lado que quero expressar e desenvolver. Então, para mim, é algo muito íntimo, não é um hobby. É uma maneira de me tornar completa”

Após o sucesso de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain, 2001), a atriz Audrey Tautou passou a se dedicar com mais afinco à fotografia. Foi uma forma de construir um álbum pessoal, em paralelo à imagem pública.  Desde então, ela sempre carrega uma câmera.

A ênfase são os autoretratos, registrados “com o sentimento que tenho quando sou observada por alguém que não conheço“. A artista cita como influências Martin Parr, Brassaï, Nan Goldin, André Kertész e Francesca Woodman.

Algumas imagens tentam preservar o calor do momento, sem muita produção. Em outras, ela utiliza figurinos, elabora a iluminação. Em nenhuma delas é realizado qualquer tipo de pós-produção.

Ao contrário da onipresença dos selfies, seus 15 anos de autoretratos permaneciam fora do alcance do público. Audrey Tautou ganhará pela primeira vez uma exposição fotográfica no mês que vem, no festival Rencontres d’Arles.

As melhores formas de fazer propaganda no Twitter

Trabalhar com um público segmentado. Textos curtos, de até 100 caracteres. Usar frases que sugerem ação, como “solicite mais informações” ou “solicite uma amostra”. Imagens e vídeos também funcionam. Mais dicas aqui.

Como funciona o algoritmo do Instagram

Thomas Dimson, engenheiro de software do Instagram, explicou, no evento Machine Learning @Scale 2017, quais critérios direcionam o feed de atividades do app. Com a adoção do algoritmo, os contatos que aparecem com mais frequência no Instagram são:

– Pessoas cujo conteúdo você curte costumeiramente;
– Pessoas com quem trocou mensagens diretas (DM);
– Pessoas que você procurou no sistema de busca;
– Pessoas que você conhece na “vida real”.

Ou seja, o que conta são as diversas formas de interação, não necessariamente o número de seguidores. Embora muito criticado em seu lançamento, o algoritmo surgiu para apresentar o que seria mais importante ao usuário, algo que o modelo anterior não dava conta. De acordo com dados do Instagram, quando organizado na ordem cronológica, 70% do conteúdo do feed escapava do usuário. Atualmente, o Instagram tem 600 milhões de usuários ativos. Desses, 400 milhões acessam a rede diariamente.

Vale ressaltar que a lista acima não está organizada hierarquicamente, visto que Dimson não estipulou tal ranking. Além disso, as informações remetem ao período de testes do algoritmo. Como em sua apresentação Dimson não indicou mudança, o Social Media Today, site no qual pesqueis esses dados, acredita que o direcionamento do período inicial deve persistir atualmente.

Para organizar a explosão do conteúdo online, as empresas digitais cada vez mais adotam algoritmos como bússolas da experiência do usuário, uma decisão controversa. O Facebook, símbolo maior dessa orientação, é bastante criticado por tentar prever quais conteúdos a pessoa estaria propensa a se envolver. Isso culminaria na criação de bolhas, que apenas amplificam nossas posições iniciais, diminuindo o alcance de pontos de vistas diversos.

Ademais, como lembra o advogado Ronaldo Lemos, as regras que regem os algoritmos raramente são reveladas por seus criadores. Sem informações públicas, a transparência é comprometida, até porque os dados não podem ser auditados externamente.

Quiver Digital

Serviço de distribuição de filmes independentes para várias plataformas ao mesmo tempo: http://quiverdigital.com/

Jornalismo datado

O big data está cada mais vez presente nas reuniões de pauta. Há quem diga que ele já assumiu como editor das publicações. Segundo a Columbia Journalism Review, duas visões dominam os debates.

Alguns criticam a importâcia das métricas pois evidenciar as escolhas do público faz com que assuntos importantes percam espaço para temas fúteis.

Por outro lado, defensores explicam que orientar decisões editorias a partir de dados cria um sistema mais democrático no ciclo de produção da notícia: os interesses do leitor passam a ser mais importantes que as preferências dos jornalistas.