
O Google Wave ainda está em fase de testes, mas o blog de tecnologia do LA Times já vislumbra como essa nova ferramenta pode transformar o jornalismo.
O programa permite realizar reportagens colaborativas, gravar e arquivar entrevistas, editar textos em tempo real e mostrar claramente as atualizações feitas em uma matéria, já que o leitor pode acompanhar todas as modificações. Além disso, propicia discussões mais específicas, em que o público pode comentar um parágrafo, frase ou até uma palavra, garantindo mais transparência no processo de criação. Também é possível criar pesquisas instantâneas e usar funcionalidades semelhantes às do Wiki, permitindo que as pessoas sugiram novos conteúdos.
Ainda é cedo para dizer se o Google Wave será um sucesso ou se ficará restrito a um grupo menor de usuários. Por mais inovador que seja, há exemplos de tecnologias que não ganharam ampla aceitação e foram deixadas de lado pelos próprios criadores.
De qualquer forma, o texto aponta que essa ferramenta pode revolucionar não só o jornalismo, mas também a forma como fazemos negócios, organizamos eventos, divulgamos produtos e gerenciamos projetos. Por enquanto, o acesso é limitado: na última quarta-feira, o Google liberou 100 mil convites para testes.
Mas, afinal, o que é o Google Wave? Uma combinação de e-mail, mensagens instantâneas e ferramentas colaborativas, criada pelos irmãos Lars e Jens Rasmussen — os mesmos responsáveis pelo Google Maps. Recentemente, Lars Rasmussen concedeu uma entrevista à InfoExame.
Já existem análises do Google Wave na web. Para uma visão mais resumida, vale a pena conferir o material do Mashable. Se preferir uma análise mais aprofundada, pode conferir este link. Ambos os textos estão em inglês.

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