O futuro do trabalho

Felizmente, nunca houve tantas ferramentas disponíveis para mudar o modo como trabalhamos e, consequentemente, como vivemos. E as transformações estão acontecendo. A crise despedaçou companhias gigantes tidas até então como modelos de administração. Em vez de grandes conglomerados, o futuro será povoado de empresas menores reunidas em torno de projetos em comum. Os próximos anos também vão consolidar mudanças que vêm acontecendo há algum tempo: a busca pela qualidade de vida, a preocupação com o meio ambiente, e a vontade de nos realizarmos como pessoas também em nossos trabalhos. “Falamos tanto em desperdício de recursos naturais e energia, mas e quanto ao desperdício de talentos?”, diz o filósofo e ensaísta suíço Alain de Botton em seu novo livro The Pleasures and Sorrows of Works (Os prazeres e as dores do trabalho, ainda inédito no Brasil).

Trecho da matéria da revista Galileu sobre o futuro do trabalho.  Para começar, o texto recomenda: esqueça essa história de emprego.

Muitas características apontadas pela publicação já são realidade. Trabalho como freelancer em projetos de comunicação há mais de seis anos, prestando inclusive consultoria de comunicação e realizando trabalhos jornalísticos sem “respeitar” fronteiras geográficas.

É uma atuação colaborativa, envolvendo pessoas que nem se conhecem pessoalmente. Mesmo localmente, você desenvolve projetos que unem várias áreas de uma empresa. Ou seja, o conhecimento não está represado, deve aceitar boas ideais dos segmentos mais distintos.

Evidentemente, a tendência ainda é mais presente nos segmentos da chamada economia criativa (publicidade, artes, jornalismo etc.). Mas a revolução que a internet está causando em algumas profissões ainda está na sua fase embrionária. Há quem preveja que o custo da educação, no futuro, será próximo a zero.

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7 comentários em “O futuro do trabalho

  1. Oi Charles,

    Eu li na íntegra a matéria da Galileu e, sinceramente, acredito que tenham “chovido no molhado” os autores dos livros citados pela mesma. O que eles dizem nada mais é do que o que já está acontecendo hoje com diversos profissionais, conforme dito por você.

    O engraçado foi que quando acabei de ler a reportagem, voltei a ler “A Sociedade em Rede” do Manuel Castells, justamente no capítulo 4 – “A transformação do trabalho e do mercado de trabalho: trabalhadores ativos na rede, desempregados e trabalhadores com jornada flexível”.

    Todas, ou somente as realmente importantes, “tendências” citadas pela revista, já fazem parte da obra de Castells, datada de 1999. Portanto, estão, no mínimo, 10 anos atrasadas. Isso me leva a crer que tenha faltado um pouco de pesquisa por parte dos jornalistas da Galileu.

    Na minha opinião, a única novidade em questão é que estão tentando colocar fórmulas matemáticas para resolver problemas, ou fazer previsões, sobre coisas que não são exatas. Aliás, nada na Internet é exato (sem trocadilhos a inEXATO, minha empresa).

    Parabéns mais uma vez pelo seu blog!

    Abraços!

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  2. Bruno,

    Muitas projeções pregam, basicamente, o que já existe atualmente ou apontam tendências claras. Previsão ousada é com Ray Kurzweil que acredita no surgimento dos trans-humanos.

    Valeu pelo comentário. Aprendo muito com você (blog, twitter etc.)

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